sábado, 16 de outubro de 2010

INTRODUÇÃO AO "HOMEM DIVINO"

Construímo-nos a nós próprios, é nisso que além de acreditar quero acreditar. Não rejeito factores e elementos de construção que nos são exteriores e dos quais não temos qualquer controlo; mas esses são, parece-me, secundários. Impera o que fazemos dos elementos que nos deram para a longa e árdua construção que temos pela frente e, obviamente, não o que eles fazem connosco. Assim, somos o mestre de obras, o arquitecto e o engenheiro – por vezes, condicionados mas não os deixamos de ser.
O objectivo não é a construção que se assemelhe a um edifício mas a uma enormíssima árvore com magestosos e fortes ramos; com folhas que vão nascendo, morrendo, nascendo e morrendo de novo. Uma árvore então que cresceu ao nosso ritmo, que se foi ramificando não por obra da natureza, mas pelas nossas próprias mãos e espírito.

16/10/2010

Bruno do Mar

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